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A NASA colocou 2 sondas (STeReO – Solar Terrestrial Relations Observatory) em posições opostas para estudar o Sol, onde serão tiradas fotografias, em tempo real, dos dois hemisférios do Sol.
Assim, saberemos o que se passa em toda a superfície do Sol e em simultâneo.
font NASA
E como podemos ver um meteoro causado por uma partícula tão pequena de matéria? Acontece que o que esses meteoróides perdem em massa, ganham em velocidade, e é isso que causa o rastro de luz no céu. Os meteoróides entram na atmosfera a velocidades extremamente altas – 11 a 72 km/s. Eles podem viajar nesta velocidade muito facilmente no vácuo do espaço porque não há nada para detê-los. A atmosfera da terra, por outro lado, é cheia de matéria, o que cria um grande atrito para um objeto que viaja. Esse atrito gera calor suficiente (até 1.649ºC) para elevar a superfície do meteoróide até seu ponto de ebulição, de modo que o meteoróide é vaporizado, camada por camada.
E quão grande um meteoróide precisa ser para chegar até a superfície da terra? Surpreendentemente, a maioria dos meteoróides que chegam até o chão são especialmente pequenos – de detritos microscópicos a pedaços do tamanho de uma partícula de poeira. Eles não se vaporizam porque são leves o suficiente para diminuirem a velocidade facilmente. Movendo-se a aproximadamente a 2,5 cm por segundo, através da atmosfera, eles não sentem o atrito intenso que os meteoróides maiores atingem. Neste caso, todos os meteoróides que entram na atmosfera conseguem chegar até o chão, na forma de poeira microscópica.
E para meteoróides grandes o suficiente para formar meteoros visíveis, as estimativas variam para o tamanho mínimo. Isso acontece porque existem outros fatores envolvidos que não o tamanho. Notoriamente, a velocidade de entrada de um meteoróide afeta suas chances de alcançar a superfície, porque ela determina a quantidade de atrito sofrido pelo meteoróide. Normalmente, todavia, um meteoróide deveria ser aproximadamente do tamanho de uma bola de gude para que uma porção dele possa alcançar a superfície da terra. Partículas menores queimam na atmosfera a aproximadamente 8 a 120 quilômetros acima da terra.
Os meteoritos que uma pessoa poderá encontrar no chão, provavelmente vieram de meteoróides significativamente maiores – pedaços de detritos de pelo menos o tamanho de uma bola de basquete, já que os meteoróides maiores se quebram em pedaços menores à medida que viajam através da atmosfera.
Você pode realmente encontrar e colher meteoritos minúsculos que conseguiram atravessar a atmosfera da terra com um simples teste – coloque uma panela em sua varanda ou alpendre para capturá-los. Para mais detalhes sobre como realizar este teste, clique aqui (em inglês).
Quão grande um meteoro precisa ser para chegar ao solo?
NASA detecta maior molécula existente no espaço
"O Telescópio Espacial Spitzer, da NASA, descobriu no espaço, pela primeira vez, moléculas de carbono conhecidas como "buckyballs".[...]As bolas de carbono foram localizadas em uma nebulosa planetária chamada Tc 1. Nebulosas planetárias são restos de estrelas como o Sol, que expelem suas camadas exteriores de gás e poeira à medida que envelhecem."

International Astronomy Year
Website:

Image from: astronomy2009.org
100 hours of Astronomy website and twitter:
http://100hoursofastronomy.org/program/75-live-24-hour-research-observatory-webcast
You can also visit:
COOL COSMOS – http://www.di.utoronto.ca/coolcosmos/
COSMIC DIARY – http://www.cosmicdiary.org/
365DAYS OF ASTRONOMY – http://365daysofastronomy.org/

Mars, the red planet - image from NASA
The team is not the first to detect methane on Mars, but is the first to associate it to the time when the temperatures go up, the gas plume seems to arise in some areas, when the summer comes and were detected up to 19 tons of this gas in the atmosphere, using spectrometers. These instruments can measure the gases in the atmosphere by analyzing its signature feature in the electromagnetic spectrum.
Until now, there are no known natural processes on the surface of any planet to produce methane. “Therefore, the presence of significant amounts of methane would require the recent release of gas from reservoirs below the surface. But its origin may be biological or not,” the researchers write in Science.
However, it is underground on Mars that water, and perhaps there may be underground microbes that produce methane: on Earth there are millions of years ago.A equipa não é a primeira a detectar metano em Marte, mas é a primeira a associá-lo ao momento em que sobem as temperaturas: o gás parece surgir em pluma, em algumas áreas, quando chega o Verão. Foram detectada até 19 mil toneladas deste gás na atmosfera, usando espectrómetros. Estes instrumentos podem medir os gases na atmosfera, analisando a sua assinatura característica no espectro electromagnético.
No entanto, é no subsolo de Marte que há água, e talvez possam existir micróbios subterrâneos que produzem metano: na Terra existem, há milhões de anos.
traducido de Publico

Astrophysics Harvard-Smithsonian a meeting of the American Society of Astronomy held in Long Beach, California.
in Lusa
The fact that scientific observations are made from within the galaxy makes the measurements and study of its structure, which makes it easier for the other galaxies.
Previously, the value of the magnitude of the Milky Way was calculated from indirect measurements, but the radio-telescopes VLBA the National Science Foundation in the United States now can record images with high quality and make direct measurements of distances and movements regardless of other factors such as brightness.
In images captured by radio telescopes, scientists are located in regions of the Milky Way profuse creation of stars in which the gas molecules increase radio broadcasts.
These areas are bright for the brand of radio-telescope, which determines the three-dimensional movements of these regions, which mostly does not follow a circular path as you move the galaxy, but elliptical and a lower speed to those described by other regions .
It was thus possible to calculate the speed at which the Milky Way rotates around its center is about 914,000 kilometers per hour, 15 percent more than the 791,800 miles per hour that were accepted as a measure for decades.
The team of researchers also suggested that the galaxy has four arms of gas and dust in spiral in which stars are formed, not two.
in SIC
— Versión en Español:
Vía Láctea es más grande, más densa y más rápida que lo que se pensaba
Los científicos descubrieron que la Vía Láctea es de 15% mayor de ancho, 50% más denso y se vuelve a una velocidad de casi 15% más alto que se había pensado anteriormente. Estos datos fueron presentados por investigadores del Observatorio Nacional de Radio y el Centro de Astronomía y Astrofísica Harvard-Smithsonian una reunión de la Sociedad Americana de Astronomía, celebrada en Long Beach, California.
in Lusa
Tiene más peso y és más rápido, también tiene una mayor fuerza de gravedad y, por tanto, mayor será el potencial de conflicto con galaxias vecinas, como Andrómeda, antes de lo previsto, a pesar de los miles de millones de años luz, advierten los investigadores.
Anteriormente, el valor de la magnitud de la Vía Láctea se calculó a partir de mediciones indirectas, pero los radio-telescopios de VLBA de la National Science Foundation de los Estados Unidos ahora pueden grabar imágenes con alta calidad y realizar mediciones directas de las distancias y los movimientos, independientemente de otros factores tales como el brillo.
Así, se pudo calcular la velocidad a la que la Vía Láctea gira alrededor de su centro es de unos 914.000 kilómetros por hora, 15 por ciento más que los 791.800 millas por hora que fueron aceptadas como una medida durante décadas.
El equipo de investigadores también sugirieron que la galaxia tiene cuatro brazos de gas y polvo en espiral en la que se forman estrellas, no dos.
in SIC
— Vesão em Português:
Via Láctea é maior, mais densa e mais veloz do que se pensava
Cientistas norte-americanos descobriram que a Via Láctea é 15% maior em largura, 50% mais densa e gira a uma velocidade quase 15% maior do que se pensava anteriormente. Estes dados foram apresentados por investigadores do Obervatório Nacional de Rádio e Astronomia e do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian numa reunião da Sociedade Americana de Astronomia realizada em Long Beach, Califórnia.
A equipa de investigadores sugeriu também que a galáxia tem quatro braços de gás e pó em espiral em que se formam estrelas, e não dois.